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Regulamentação da Anvisa facilita acesso a tratamentos com cannabis medicinal em Alagoas
Novas normas permitem produção em farmácias de manipulação e ampliam alternativas terapêuticas para pacientes no estado
As novas regras aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o uso de cannabis medicinal devem impactar diretamente a vida de pacientes em Alagoas, onde cresce a demanda por tratamentos à base de canabidiol para doenças neurológicas, síndromes raras, dores crônicas e outras condições de saúde.
Com a atualização da regulamentação, farmácias de manipulação passam a poder produzir medicamentos à base de cannabis, desde que cumpram critérios sanitários definidos pela Anvisa. A medida é vista como um avanço para o estado, já que pode reduzir a dependência da importação, um dos principais entraves enfrentados por pacientes alagoanos, sobretudo pelo alto custo e pela burocracia.
Outro ponto considerado positivo é a ampliação das formas de administração dos medicamentos, que agora incluem vias bucal, sublingual e dermatológica, além das já permitidas. A mudança tende a facilitar a adaptação dos tratamentos e melhorar a adesão de pacientes em acompanhamento médico em Alagoas.
As novas regras também autorizam o cultivo de cannabis para fins medicinais no Brasil, por empresas, associações e instituições de pesquisa, mediante autorização e fiscalização rigorosa. A expectativa é que, com o avanço da regulamentação, associações de pacientes do Nordeste — incluindo Alagoas — possam futuramente buscar regularização, ampliando o acesso legal e seguro aos medicamentos.
Para pacientes em estado grave ou com doenças debilitantes, a norma permite o uso de produtos com teor de THC acima de 0,2%, desde que haja prescrição médica e acompanhamento especializado, o que amplia as possibilidades terapêuticas no estado.
Especialistas destacam que, em Alagoas, a nova regulamentação representa mais segurança jurídica, possibilidade de queda nos preços e ampliação do número de pessoas atendidas. As regras entram em vigor após o prazo de adaptação estabelecido pela Anvisa.
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