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Trump compartilha foto de mapa americano anexando Groenlândia, Canadá e Venezuela
E também compartilha foto IA dele colocando a bandeira americana na Groenlândia
A imagem alterada postada por Trump em suas redes sociais mostra uma reunião no Salão Oval com líderes europeus, mas com um mapa de fundo onde os territórios da Groenlândia, Canadá e Venezuela aparecem incorporados aos EUA. Outra foto compartilhada, de natureza claramente simbólica, mostra Trump fincando uma bandeira americana na Groenlândia.
Em uma escalada retórica, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou impor tarifas de 200% sobre vinhos franceses e atacou o Reino Unido, enquanto compartilhava uma imagem manipulada que mostra mapas da Groenlândia, Canadá e Venezuela anexados aos Estados Unidos.
As declarações e publicações ocorreram durante a madrugada desta terça-feira (20/01), marcando um ano de seu segundo mandato. O foco central permanece na insistente proposta de aquisição da Groenlândia, território autônomo da Dinamarca, que Trump alega ser vital para a segurança nacional americana e para conter a influência de Rússia e China no Ártico.
Para pressionar os europeus, a administração Trump já havia ameaçado tarifas comerciais sobre vários países do bloco caso não haja um acordo para a "compra completa e total" da ilha. Em suas novas declarações, o presidente foi além, direcionando-se especificamente à França.
Trump criticou o presidente francês, Emmanuel Macron, e prometeu tarifas extremamente altas sobre os vinhos e champanhes franceses se o país se recusar a participar do seu "Conselho da Paz", um fórum internacional alternativo proposto pelos EUA. A França já havia sinalizado que rejeitaria o convite, chamando as ameaças de "inaceitáveis".
O presidente americano também atacou o Reino Unido, classificando de "grande estupidez" os planos britânicos de devolver a ilha de Diego Garcia, que abriga uma importante base militar dos EUA, à nação insular de Maurício.
A postura agressiva aprofunda a crise com aliados tradicionais. Líderes europeus já expressaram solidariedade à Dinamarca, e o primeiro-ministro da Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen, reafirmou publicamente que o território "não quer ser governado pelos Estados Unidos".
Trump confirmou que discutirá o assunto da Groenlândia com outros líderes durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, nesta semana, deixando claro que "não há como voltar atrás" em sua ambição.
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