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Roda-gigante da orla de Maceió exclui cabine 13 e gera debate nas redes sociais
Ausência do número gerou debate político, mas justificativa nos bastidores aponta para superstição comum em atrações turísticas
A roda-gigante instalada na orla da Pajuçara, em Maceió, chamou atenção poucas horas após ser aberta ao público. Usuários perceberam que a numeração das cabines “salta” do número 12 para o “12B”, sem incluir a cabine 13, o que rapidamente motivou comentários e especulações nas redes sociais.
A discussão ganhou força depois que o vereador Leonardo Dias afirmou que, “na cidade mais bolsonarista do Nordeste, até a roda-gigante teria evitado o número 13”, referência ao PT. Nos bastidores, porém, a explicação é outra: trata-se de superstição numérica, prática comum em equipamentos públicos e privados ao redor do mundo, presente em hotéis, aeronaves e diversas atrações turísticas para evitar desconforto ou estranhamento do público.
Até o momento, a empresa responsável pela operação da roda-gigante não divulgou posicionamento oficial. Extraoficialmente, a justificativa segue o padrão adotado internacionalmente: excluir o número 13 por precaução e em respeito a visitantes mais supersticiosos.

