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Estudante perde vaga em Medicina por não ser considerada parda pela universidade
Samille Ornelas, 31 anos, autodeclarada parda, perdeu uma vaga no curso de Medicina da Universidade Federal Fluminense (UFF) após a instituição alegar que ela não apresentava "características fenotípicas" suficientes para ocupar a vaga destinada a cotistas.
Aprovada pelo Sisu em 2024, Samille enviou um vídeo de autodeclaração, conforme exigido pela UFF, mas a banca de heteroidentificação a considerou inapta. Mesmo com recurso e um laudo antropológico que atestava suas características, a universidade manteve a decisão.
Samille entrou na Justiça e conseguiu uma liminar para cursar Medicina por um semestre, mas, após a decisão ser revertida, ela perdeu a vaga e as notas obtidas. Agora, aguarda o desfecho do processo enquanto se prepara para o Enem novamente.
Ela lamenta a situação: "Minha vida foi decidida por um vídeo de 17 segundos. Ninguém me viu pessoalmente para avaliar minha identidade". O caso reacende o debate sobre os critérios de heteroidentificação nas cotas raciais.
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