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Retirada do ônibus que caiu na Serra da Barriga entra no terceiro dia e veículo será dividido para ser removido
A operação para retirar o ônibus que caiu em uma ribanceira na Serra da Barriga, em União dos Palmares, completa três dias nesta sexta-feira (27). Devido às dificuldades enfrentadas no terreno e à complexidade do resgate, as equipes responsáveis decidiram que o veículo será cortado ao meio para que possa ser içado do fundo do vale.
O acidente aconteceu em 24 de novembro de 2024 e deixou o estado de Alagoas em luto. O ônibus transportava 48 pessoas para o evento turístico “Pôr do Sol na Serra” quando perdeu o controle, capotou e caiu em uma das encostas da serra. Vinte pessoas perderam a vida e dezenas ficaram feridas.
Desde então, o veículo permanece no fundo do penhasco, a cerca de 200 metros de profundidade, em uma área de difícil acesso, o que inviabilizou a perícia completa logo após o acidente. Sete meses depois, a remoção do ônibus é considerada indispensável para avançar nas investigações sobre o caso.
Durante os três dias de trabalho, guinchos e cabos de aço foram utilizados na tentativa de levantar o veículo, que chegou a ser içado a aproximadamente 40 metros de altura. No entanto, o peso da estrutura e a instabilidade do terreno tornaram o procedimento arriscado, o que levou à decisão de cortar o ônibus em duas partes para facilitar o resgate.
A próxima etapa do trabalho está prevista para ocorrer ainda nesta sexta-feira, com o apoio de uma empresa especializada em resgate de veículos de grande porte. Todo o processo será acompanhado pelo Instituto de Criminalística (IC), responsável por preservar as evidências e garantir que a perícia técnica seja realizada de forma adequada.
Apesar de o inquérito policial ter sido concluído em março deste ano, apontando uma possível falha no sistema de freios como principal causa do acidente, as autoridades ainda aguardam a análise detalhada do veículo para confirmar essa hipótese. Até o momento, nenhuma responsabilidade formal foi atribuída.
Familiares das vítimas acompanham o trabalho de perto e seguem em busca de respostas que possam explicar as circunstâncias da tragédia que marcou a região.
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