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Novas rachaduras surgem e assustam moradores no Bebedouro
Defesa Civil de Maceió informou que não recebeu nenhuma ocorrência sobre o problema desde os tremores de segunda (06)
Moradores do bairro do Bebedouro, um dos locais afetados pela mineração da Braskem, contaram que estão surgindo novas rachaduras nas casas da Rua Marquês de Abrantes. Os relatos dão conta do aumento de fissuras antigas e outras novas, que se espalham pelos imóveis.
Em entrevista ao programa Fique Alerta, da TV Pajuçara, a comerciante Maria Cícera Abreu disse que se assustou quando percebeu algumas rachaduras finas nas paredes e no piso. “A sensação é de que tudo vai afundar e não vou ter como escapar”, lamentou.
Maria contou que, há cerca de dois anos, chegou a fechar algumas fissuras, a pedido da Defesa Civil municipal, que informou à época que, por enquanto, não ia dar em nada.
O problema está espalhado por todo um quilômetro de extensão da rua, de acordo com o líder comunitário Romualdo Oliveira. “As residências estão com a mesma patologia das que eram do Pinheiro. Estamos com medo, pois é uma área de perigo para todo mundo. Queremos uma solução, queremos a realocação e a indenização”.
Outro morador da região, Tairone Nicácio, também viu novas rachaduras na casa onde vive. Segundo ele, a situação teria se espalhado pelos cômodos nos últimos dias. “A gente fica impossibilitado. Vou ficar aqui e suportar até o momento em que der”.
Tairone falou que procurou a Defesa Civil, mas o órgão o teria mandado aguardar e informou que entraria em contato por telefone. Porém, essa ligação não teria acontecido.
O que diz a Defesa Civil
Por meio de nota, o órgão municipal divulgou que, após os tremores registrados na última segunda-feira (06), não recebeu nenhuma ocorrência sobre novas rachaduras na região, e que monitora ininterruptamente as áreas afetadas pelo afundamento do solo causado pela Braskem.
Confira o posicionamento na íntegra:
"A Defesa Civil de Maceió informa que não recebeu nenhuma ocorrência sobre novas rachaduras nos Flexais após os eventos microsísmicos registrados na segunda-feira (6).
O órgão monitora ininterruptamente as áreas afetadas pelo processo de afundamento do solo, bem como as áreas de borda do Mapa de Linhas e Ações Prioritárias (V4), o que inclui parte da região dos Flexais.
Até o momento não foram encontrados indícios que apontem relação entre os problemas estruturais já existentes em algumas residências da região com o processo de afundamento do solo.
A Defesa Civil reforça que, de toda forma, uma equipe do órgão fará nova vistoria nos Flexais, e que está à disposição, 24h todos os dias, para atender ocorrências por meio do 199."
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