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"Não há nada que possa me ligar aos golpistas", diz Ibaneis após operação
Em suas redes sociais, o governador afastado Ibaneis Rocha (MDB) se posicionou após busca e apreensão na residência, gabinete do Palácio do Buriti e no escritório dele, na tarde desta sexta-feira (20/1). De acordo com o emebedista, “não há nada que possa me ligar aos atos golpistas que atacaram os Três Poderes”.
Segundo o chefe do Executivo local afastado, a operação da Procuradoria-Geral da República (PGR) em conjunto com a Polícia Federal vai mostrar a inocência dele nos atos que destruíram os prédios do Congresso Nacional, Palácio do Planalto e Supremo Tribunal Federal (STF). “A operação realizada em minha casa, no meu gabinete e até no escritório do qual estou licenciado há mais de 4 anos vai mostrar minha completa inocência em relação aos lamentáveis fatos do último dia 8 de janeiro”, disse.
“Não há nada que possa me ligar aos golpistas que atacaram os três Poderes. Eu sempre me comportei de modo a colaborar com as investigações e mantenho a mesma postura. Cheguei a fazer um depoimento espontâneo à Polícia Federal, mostrando que não há o que temer”, salientou Rocha.
Por fim, Ibaneis disse que mantém a fé no sistema judiciário e que espera que tudo seja esclarecido para que ele possa voltar à chefia do governo local. Ele detalhou que segue à disposição da Justiça. “Estou afastado do Distrito Federal exatamente para que o trabalho dos policiais e da Justiça transcorra sem qualquer óbice, sempre à disposição para novos esclarecimentos”, completou o chefe do Executivo local afastado.
Busca e apreensão
Ibaneis Rocha foi alvo de mandado de busca e apreensão na tarde desta sexta-feira (20/1). A Procuradoria-Geral da República (PGR) é responsável por cumprir cinco mandados contra Ibaneis e também contra o ex-secretário executivo de Segurança Pública do DF, Fernando de Souza Oliveira. A PF também participa da operação. Mandados também estão sendo cumpridos no Palácio do Buriti.
Ibaneis Rocha e Fernando Oliveira são investigados no inquérito que apura a conduta de autoridades durante os atos terroristas que aconteceram na Praça dos Três Poderes no último dia 8 de janeiro. A solicitação para investigar o ex-governador e o ex-secretário executivo veio do Grupo Estratégico de Combate aos Atos Antidemocráticos da PGR e foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Ele está afastado do cargo desde a madrugada do dia 9 de janeiro, quando Moraes determinou o seu afastamento por 90 dias. A defesa do governador afastado trabalha para que o ele possa retornar ao cargo o quanto antes.
Fonte: Correio Braziliense
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