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Alagoas distribui medicamento para Covid-19 na rede pública de saúde
Medicação, liberada pela Anvisa, foi distribuída aos 102 municípios alagoanos
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) distribuiu aos 102 municípios alagoanos o medicamento Paxlovid, fabricado pela Pfizer e usado no tratamento contra a Covid-19. Enviado pelo Ministério da Saúde (MS), ele passa a ser ofertado na rede pública de saúde após liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
O Paxlovid é um medicamento antiviral composto por comprimidos de nirmatrelvir e ritonavir, embalados e administrados juntos. Para que o paciente tenha acesso ao tratamento, ele deve buscar o serviço público de saúde do município de origem, como as Unidades Básicas de Saúde (UBSs), Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).
Durante o atendimento e, com o diagnóstico confirmado da Covid-19, o paciente passará por avaliação, onde o médico irá averiguar se ele atende ao perfil exigido pelo MS para fazer uso da medicação. Ele é indicado para os pacientes com idade a partir dos 18 anos, sendo que até 64 anos fica restrito aos imunossuprimidos. No caso dos pacientes maiores de 65 anos, com ou sem comorbidades, pode fazer uso do medicamento.
O chefe do Gabinete de Combate às Doenças Infecciosas da Sesau, infectologista Renee Oliveira, explica que a medicação deve ser utilizada durante a fase inicial da contaminação. “O Paxlovid preserva o organismo e impede a evolução e o agravamento da doença. E para que isso aconteça, a medicação precisa ser administrada ainda na fase inicial da infecção, ou seja, entre o primeiro e o quinto dia do aparecimento dos sintomas. Isso porque a ação do Paxlovid está condicionada à presença de uma carga viral alta”, explicou.
O infectologista ressalta que a medicação já foi disponibilizada aos municípios. E deve ser orientada a pacientes que apresentem risco aumentado de agravamento da doença. “É o medicamento que ajuda a controlar o vírus e busca evitar que o paciente caminhe para um quadro grave da Covid-19. Esse medicamento foi distribuído para os municípios e orientamos aos médicos, caso necessário, a sua utilização nos pacientes que se encaixem no perfil que a medicação é permitida”, disse Renee Oliveira.
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