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Vistoria constata irregularidades em escolas no interior de Alagoas
Os diretores das unidades de ensino foram orientados a buscar as soluções devidas para cada caso específico
Integrantes do projeto "Sede de aprender Brasil: Água potável nas escolas”, do Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL), encontraram diversas irregularidades durante visita em escolas das cidades de Quebrangulo e Paulo Jacinto. Diante de algumas constatações feitas, os diretores das unidades de ensino foram orientados a buscar as soluções devidas para cada caso específico.
Todas as inspeções foram acompanhadas pelos promotores de Justiça Lucas Sachsida e Kleber Valadares, ambos do Núcleo de Defesa da Educação do MPAL, e pelo promotor de Justiça Frederico Alves, que desenvolve suas atribuições naquela comarca.
Nas quatro unidades de ensino inspecionadas foram recolhidas amostradas da água fornecida à comunidade escolar, de modo que a qualidade do produto seja atestada pelo Instituto do Meio Ambiente, parceiro do projeto.
O órgão ministerial ressaltou que a água coletada será submetida ao exame de microbiologia, teste que vai informar se ela está sendo consumida por alunos, professores e demais servidores conforme padrões estabelecidos pelo Ministério da Saúde (MS).
Quebrangulo
Em Quebrangulo, na Escola Municipal Rodrigo Jacinto, dentre outros pontos detectados, estão banheiro sem papel higiênico e sabonete, pias sem água e, a soja, alimento destinado à merenda escolar, estava com data de validade vencida. A fiscalização também comprovou reforma recente, o que permitiu a unidade ter salas amplas e mobiliário em bom estado de conservação.
Em Paulo Jacinto, na Escola Municipal Vicente Pininga Monteiro, há um laboratório de informática, porém, sem funcionamento. Por lá, também os banheiros masculino e feminino não tinham sabonetes para a higienização das mãos.
Já na Escola Municipal Teotônio Brandão Vilela, há poço artesiano, com possibilidade de estar contaminado devido à proximidade com o sumidouro. E ainda foram constatadas salas de aula sem climatização e banheiros sem papel higiênico.
E na Escola Municipal Governador Divaldo Suruagy, onde existem apenas oito alunos, foi recomendada a busca ativa de mais crianças na região, de modo que a unidade de ensino seja melhor aproveitada. E como problema a ser resolvido com urgência, o MPAL requereu que a viga de madeira trincada, que dá sustentação ao telhado de uma das salas de aula, passe, imediatamente, por reforma.
*Com informações do MPAL
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