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Conciliação finaliza processo que tramitava há 11 anos, em Palmeira dos Índios
Juiz André Parízio, titular da 2ª Vara Cível da comarca, conduziu a audiência híbrida com as 18 partes de um inventário
A cultura da autocomposição e a utilização de novas tecnologias foram essenciais para finalizar, nesta quinta-feira (22), um processo de inventário que tramitava há mais de 11 anos, na 2ª Vara Cível da Comarca de Palmeira dos Índios. A constatação é do juiz André Parízio, titular da unidade judiciária, que conduziu a audiência de conciliação realizada de forma presencial e virtual.
De acordo com o magistrado, este era um dos processos mais antigos em trâmite na comarca, que se arrastava com questões de pagamento de tributos para expedição dos formais de partilha. Além disso, estava ficando cada vez mais complexo, com o falecimento de herdeiros durante a tramitação do processo, resultando atualmente em 18 partes interessadas.
“Nesse cenário, designamos uma audiência de conciliação, realizada na data de hoje, que resultou exitosa. Foi feito um encontro de contas e todos concordaram com o desfecho proposto, evitando, assim, a prolongação do processo. A consciência das partes e dos advogados de que a autocomposição era o melhor caminho para solucionar o processo foi essencial. Deve-se parabenizar a proatividade dos advogados que atuaram no feito”, destacou o juiz.
O advogado da inventariante, Felipe Medeiros, destacou a conquista de hoje, já que foi concluído um processo que tramitava no Judiciário desde 2011, período em que ele sequer tinha iniciado a faculdade. Para ele, graças às inovações do Código de Processo Civil de 2015, o incentivo do Tribunal de Justiça de Alagoas em fomentar a conciliação, a condução proativa do juiz André Parízio e as diligências dos advogados, foi possível concluir a demanda com sucesso.
“Resumimos todo o histórico do processo, o que aconteceu ao longo de todos esses anos e a partir daí iniciamos as diligências buscando a conciliação das partes, visando o melhor interesse de todos, em sintonia com os princípios da economia processual, cooperação, celeridade e da resolução consensual dos conflitos. Foram esses os principais pontos que trabalhamos junto ao TJAL. Hoje, além de termos o resultado jurisdicional, tivemos a satisfação de clientes que viviam sem perspectiva de resolução do processo, tivemos um resultado satisfatório”, disse.
*Com TJAL
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